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Informe Publicitário para a Revista Veja (publicado em março/2012)

O crescimento do crédito imobiliário tem proporcionado uma revolução econômica e imobiliária no Brasil. Com novas medidas governamentais e programas de solução em moradias, como o “Minha Casa, Minha Vida” do Governo Federal, o mercado está aquecido, trazendo novos investimentos na construção civil. Em 2010, o crédito imobiliário cresceu 65%, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), em 2011 foi de 42%, para este ano, a expectativa é que as concessões para o crédito imobiliário serão de R$ 103,9 bilhões, número 30% superior ao financiado em 2011.

Vários fatores têm contribuído para o cenário positivo. De acordo com estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas, o déficit habitacional no Brasil é de 7,9 milhões de moradias, e o crescimento demográfico demanda mais residências. Em contra partida, o Governo Federal criou novas regras para financiamento, como aumento do prazo de vinte para trinta anos, redução de taxas de juros, programa “Minha Casa, Minha Vida” para renda de até dez salários mínimos e condições e moradias diferenciadas para pessoas com renda de até R$ 1.600.

Oportunidade e poder aquisitivo
Em Mato Grosso do Sul, a liberação de financiamento aumentou mais de 45% nos últimos dois anos, movimentando a economia e proporcionando mais qualidade de vida para a população, pontua o Superintendente Regional da Caixa Econômica Federal, Paulo de Siqueira.

Ele reforça que essas facilidades geraram força para o mercado imobiliário, a renda foi valorizada e há aumento da capacidade de pagamento. Consequentemente, novos investimentos chegaram ao estado como incorporadoras e construtoras, que estão com novos empreendimentos a cada dia. “O investimento está em todo o estado. Foram entregues 1.162 casas em Três Lagoas, e o planejamento é ter novos empreendimentos em 2012 e 2013”, afirma Siqueira.

Estímulos com a supervalorização
De acordo com especialistas, os índices de confiança dos consumidores continuam altos, o que deve fazer com que o mercado imobiliário permaneça aquecido. Para contextualizar esse movimento, é importante entender que há duas situações de crescimento:

* Vegetativo: ocasionado pelo aparecimento de novas famílias, jovens que se mudam da casa dos pais e o crescimento demográfico;

* De mercado: quando se entrega um novo empreendimento, as famílias se mudam, deixando suas antigas casas, que por sua vez movimentam o mercado de aluguel, gerando estabilidade.

O movimento crescente de mercado fez com que a área imobiliária sofresse um “boom” nos últimos anos. Em Mato Grosso do Sul, imobiliárias comemoram a valorização de imóveis com a chegada de shoppings e infraestruturas a bairros que antes eram distantes e de difícil acesso.

De acordo com Tatiane Inácio, corretora da Nova Cap, alguns bairros de Campo Grande valorizaram sete vezes mais nos últimos quatro anos. “O mercado sul-mato-grossense tem despertado atenção nacional pelo desenvolvimento no setor, novos negócios e oportunidades que trazem investidores de fora para comprar empreendimentos. Tenho um cliente de São Paulo que se encantou com a cidade e comprou dois apartamentos”, exemplifica Tatiane.

Ela complementa que a população busca aproveitar o momento para sair do aluguel, investindo e comprando imóveis na planta para realizar o sonho da casa própria: “Temos atualmente vários perfis de clientes, desde o do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ ao investidor, o que compra o imóvel na planta e o de pais de estudante de outras cidades”, declara.

Engenheiro da família
Essa movimentação fez com que a construção civil se posicionasse como o setor que mais cresce. De acordo com dados do Sindicato da Indústria da Construção de Mato Grosso do Sul (Sinduscon/MS), o setor da construção civil ficou em 25º lugar no ranking nacional em 2010, e a expectativa para 2012 é que chegue no 1º lugar com alta de aproximadamente 6%, superando todas as estimativas. O setor ainda movimentou em 2011 cerca de R$1,67 bilhão, ou seja, um crescimento de 2,7% se comparado no mesmo período de 2010. As previsões para 2012 são de um crescimento de aproximadamente 6%, com um faturamento de R$1,75 bilhão. Com isso, novas práticas e tecnologias estão cada vez mais incorporadas, como aquecimento solar, alternativas de sombra, edifícios sustentáveis (ou greenbuilds), construções drywall (sem o uso de água) e melhor destino dos resíduos são alguns dos exemplos em uso.

No entanto, o presidente do CREA/MS, Jary Castro, alerta: “Na hora de procurar o imóvel, é preciso verificar a construção, se está com um engenheiro responsável e se este profissional está registrado no conselho, pois isso é determinante para a segurança, realização e entrega da obra”.

De acordo com Castro, o engenheiro é responsável pela obra por até vinte anos, dependendo da construção: “Aí entra a figura do engenheiro da família: ele assina uma ART – Anotação de Responsabilidade Técnica, porque a construção começa com estudo de projeto arquitetônico, estrutural, hidráulica, elétrica e até a fundação”. Por isso a importância de buscar profissionais registrados.

Segurança é qualidade de vida
A procura por proteção residencial aumentou 7% nos últimos cinco anos, reforça Cícero Gomes, proprietário da Digital Alarmes e Segurança, que trabalha há dez anos no setor. “O crescimento habitual era de 10% e nos últimos anos está em 17%”, afirma, posicionando que o que movimentou o setor é o aumento do público: “Antigamente a procura maior era das classes A e B. Atualmente, todas as pessoas procuram proteção, seja alarme externo, câmeras e até segurança armada”, conta.

Gomes pondera que a proteção vai além de um negócio privado: “É um auxílio a segurança pública, de forma a denunciar e flagrar ação de criminosos” declara, reforçando: “Proteger o bem é trazer segurança e qualidade de vida para as pessoas, que podem andar sem pânico, sair de suas casas em qualquer horário, viajar e saber que seu patrimônio estará protegido em todos os momentos”.

Condomínio fechado como alternativa
Morar em área com segurança própria e acesso controlado é uma opção para ter proteção sem perder liberdade. Essa ideia iniciou na década de 1970 com os condomínios verticais e, dez anos depois, foi a vez dos horizontais. De acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP), os condomínios não são reflexos apenas de fatores sociais, como crescimento da violência, mas também são desencadeados por fatores urbanísticos e socioeconômicos.

Ana Kelly de Almeida, 32, empresária, moradora de um residencial fechado e afirma que o principal fator de escolher o condomínio é a família: “Morando em condomínio tenho a tranquilidade de saber que meu filho está em segurança, brincando com amigos que conheço e em um local seguro”, afirma, aliando liberdade, conforto e segurança como pontos complementares: “Posso viajar tranquila, dormir com a porta de casa aberta e o carro na rua sem me preocupar, tudo está seguro”.

A diversificação dos condomínios e o investimento em itens de lazer e segurança proporciona aos moradores uma vida com mais qualidade. Isso é reflexo das necessidades sociais, que ainda faltam nas grandes cidades.

crédito: André Bittar

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