Informe Publicitário para a Revista Veja (publicado em novembro 2011)

É o que todos os jovens e pré-vestibulandos procuram responder. A escolha da profissão é um passo muito importante, mas como escolher tão cedo o que se quer fazer para a vida inteira? Como em todas as decisões importantes e quase que definitivas existem o medo, insegurança e a temida dúvida.

Psicólogos procuram clarear estas dúvidas com orientações vocacionais. Identificar o perfil do jovem, suas afinidades, rotinas, disponibilidades são uma das maneiras que o profissional vai utilizar para ajudar na escolha da profissão. Há ainda a aplicação de técnicas de autoconhecimento aliadas às dinâmicas, avaliações e feiras de profissões que auxiliam os alunos a escolherem o melhor o seu caminho.

De acordo com a psicóloga Tatiana Samper “é preciso envolver o aluno em uma percepção das realidades socioeconômica, cultural, mercado de trabalho, necessidades, objetivos, se pode mudar de cidade, se pode ter horário flexível” para que ele se identifique nas profissões.

Para Tatiana, além do perfil é preciso fazer uma avaliação de maturidade, pois os alunos lidam com a constante pressão da escolha de seu futuro e por isso ficam indecisos ou procuram os cursos mais comuns: “muitos jovens querem sanar suas necessidades imediatas e até mesmo se moldam pelos pais ou amigos, quando realmente precisa identificar suas próprias preferências”, reforça.

Ela lembra que não há estatísticas. Cada caso é um caso: “Tem adolescente que chega sem conhecimento e pode sair com algumas opções; outro que já chega com alguma e consegue se decidir por uma e aquele que chega com uma, mas que no processo vai ampliando seu conhecimento para ao final confirmar ou não sua opção inicial”.

Quando o ensino médio está acabando, é que a pressão aumenta. Para o coordenador estudantil, Renato Fernandes, “os alunos buscam no ensino superior a sua carreira e seu futuro, porém, a grande maioria ainda procura de cursos comuns como direito, medicina, mas está aumento os que querem faculdades diferentes ou até mesmo seguir carreira militar”, pondera.

Já para o estudante do ensino médio Marcus Vinícius, no término do ano letivo existe a tensão sobre o futuro e emprego: “buscar orientação profissional é decisivo para escolha não só de um curso superior, mas da carreira profissional”, disse.

É muito comum que os jovens ainda não saibam qual é o seu espaço dentro da sociedade, aliado ao medo de fazer uma escolha errada ou de se arrepender no meio da faculdade. A orientação vocacional vai além de clarear as dúvidas e escolher a profissão, e sim para os jovens descobrirem seus talentos e habilidades, podendo se encaixar facilmente no mercado de trabalho.

Curso superior é diferencial no currículo

Após o ensino médio, muitos se deparam com a pergunta: Fazer uma faculdade? Curso técnico? Curso tecnológico? No Brasil, as grandes problemáticas são os acessos ao nível superior. Dados do Ministério da Educação revelam que apenas 12% dos jovens entre 18 e 24 anos estão cursando universidade. Porém, a Educação está em crescimento e procurando alternativas para que essa estatística aumente, como ampliação de vagas, programas de financiamento e a democratização do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

O mercado de trabalho também passa por mudanças, onde a especialização passa a ser fortemente valorizada, mostrando como diferencial o nível superior. Tal crescimento verificou-se não apenas devido à nova legislação para este nível de ensino, mas especialmente pela atuação do MEC e pelo crescimento dos setores educacionais de ensino médio, o que está elevando consideravelmente o público para as Faculdades. Entretanto, ainda há muito que se fazer para que a Universidade seja gratuita e para todos.
Acompanhando essa busca por ensino superior, existem no país várias maneiras de se obter a graduação: Faculdades, cursos tecnológicos, cursos técnicos e ensino à distância. Como nem todos os caminhos são gratuitos, o estudante pode optar pelos programas do Governo como ProUni e Fies.

Para os consultores de carreira um curso de educação profissional, uma graduação ou pós-graduação é fundamental para alcançar o tão sonhado emprego. A graduação traz a fundamentação teórica somada à experiência dos professores e à troca com os próprios alunos, alicerces da prática profissional.

Dados do IBGE revelou que as principais regiões metropolitanas do país mostram que a graduação é fundamental para encontrar um emprego, e que a taxa de desempregados que não possuem o nível superior está em torno de 3,1% no ano de 2010, lembrando que é o menor de oito anos, praticamente a metade da média nacional (6,7%).

Há muitos caminhos para o sucesso profissional, porém o principal deles é a universidade. Além do conhecimento adquirido, muitas portas podem ser abertas com o auxílio do diploma. Sendo assim o Ensino Superior tem um papel importante para quem busca seu lugar no mercado de trabalho.

Aprendendo com o mundo

O tempo de quem estudava no exterior era somente privilégios de classe A já foi. Hoje, além de ser possível fazer cursos, faculdades e até mestrados e doutorados em outros países, é a oportunidade de conhecer fronteiras, tecnologias e estudos sobre todas as áreas.

Existem muitos caminhos para quem quer fazer intercâmbio, estudar no exterior, fazer cursos e conhecer outras culturas. Várias Instituições de Ensino Superior de outros países oferecem bolsas de até 100% para estudantes internacionais.

O programa Universidades da Agência CI facilita os estudos em Universidades norte americanas e no Canadá, podendo chegar a 100% em bolsas atléticas e até 50% para bons desempenhos. Mesmo quem não é fluente em Inglês, a agência disponibiliza um curso intensivo já no país de escolha para o aluno se preparar.

De acordo com a consultora do CI, Lívia Cristina, “as oportunidades começam com um curso e vão até Mestrado e Doutorado”, destaca. Ainda segundo Lívia, cada país tem uma oportunidade diferente, o que aumenta as chances do intercâmbio: “Cada lugar possui um diferencial, pode ser só trabalho, estudo e trabalho, morar em casa de família, aprender Inglês e claro aproveitar as diferenças culturais como crescimento pessoal”, disse.

Lívia lembra que cada pessoa é analisada e identificada um perfil, e é preciso preencher a pré-requisitos, porém o que conta são habilidades e um histórico escolar nota máxima.
Além de agências, outra forma de se encontrar informações sobre oportunidades no exterior é por meio de sites educacionais que disponibilizam orientações sobre bolsas e documentações, como o portal Universia, que direciona quem está buscando alternativas no exterior.

A jornalista Juliana Ferreira, estudou no ALCC – American Languages Community Center, em Manhattan, nos EUA e também na escola St. Giles em Londres. Para ela, a experiência internacional contribui para o crescimento pessoal e profissional: “Minha vida e minhas perspectivas mudaram completamente, além da diversidade cultural, pude aproveitar para aprender outro idioma, que faz toda a diferença na minha profissão”, conta.

Mesmo com facilidades, bolsas e incentivos, muitos estudantes ainda têm receio de estudar fora por conta da validade do diploma. Entretanto, a revalidação de diploma de graduação expedido por instituições de ensino superior (IES) estrangeiras é regulamentada pela Resolução CNE/CES nº 01, de 28 de janeiro de 2002, alterada pela Resolução CNE/CES nº 8, de 4 de outubro de 2007.

A revalidação é feita pelas universidades públicas, que ministrem curso de graduação reconhecido na mesma área de conhecimento ou em área afim. Já os diplomas de mestrado e doutorado expedidos por universidades estrangeiras só poderão ser reconhecidos por universidades que possuam cursos de pós-graduação reconhecidos e avaliados na mesma área de conhecimento e em nível equivalente ou superior.

Cada vez mais brasileiros buscam formação no exterior para adquirir fluência no idioma, conhecer diversas culturas, ensino de qualidade e ter um diferencial no currículo, que no mercado de trabalho faz toda a diferença.

crédito: Wagner Jean

crédito: Wagner Jean

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crédito: Wagner Jean

Informe Publicitário para a Revista Veja (publicado em novembro/2011)

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