No pequenas dicas grandes inspirações (batida essa), vou contando coisas que mudam meu dia. Na verdade são inúmeras coisas que podem me inspirar a escrever (não que seja tanto assim), mas pensando bem, em cada momento, escrevi alguma coisa inspirada em alguma coisa (provérbio xinês).  E é sempre assim, toda vez que tento explicar algo, vou escrevendo uma lauda. E só pra te indicar bons livros, bons filmes, bons textos, boas pessoas, momentos históricos que me fazem pensar e refletir.

É isso.

#filme

 

O Fabuloso Destino de Amelie Poulain

O filme mais divertido, com uma fotografia perfeita e uma personagem de não deixar piscar os olhos. E, além disso, Amelie nos leva a refletir pela vida, o que buscamos, o que é realmente importante para cada pessoa.

A história do filme é sobre Amelie, desde seu nascimento e como encara o mundo, tudo começa quando encontra uma caixinha escondida em seu apartamento. Considerada por ela um tesouro, ela procurar devolver a relíquia perdida, e desenrola o filme.

A personagem adora brincadeiras, estratagemas, planos mirabolantes para se divertir e não ser descoberta. Artes de crianças, sentimentos de adultos numa trilha sonora francesa de viajar em cada nota.

Trailer:

#livro

 

 

O livro “Ensaio sobre a Cegueira”, de José Saramago é um dos livros mais inquietantes, angustiantes, lúcidos e verdadeiros que alguma vez li.

É daqueles livros que marcam o tempo, o momento que foi lido para sempre. De ficar com nó na garganta, fechá-lo, esperar a alma voltar ao corpo e continuar.

Foi um dos livros que me fez crescer e ver que a vida não é feita só de coisas boas. Mas vamos a história.

Este livro retrata uma cidade que de repente é atacada pela “Cegueira Branca”, em que toda a população gradualmente fica cega, exceto uma pessoa. (Obviamente Cegueira é uma metáfora para a realidade que as pessoas vivem, porque apesar de olharem não vêm a verdade, ou só vêm o que lhes interessa).

O mundo está cheio de pessoas egoístas, que só pensam em si próprio, tudo o que importa são as nossas vontades. Este livro alerta-nos para a dura realidade, que a humanidade perdeu a capacidade de viver em comunidade.

Deixamos de olhar para o lado, para o próximo, porque estamos sempre com pressa, atrasados, com horários a cumprir, com mil pensamentos ao mesmo tempo.

A única pessoa da obra que não é atacada pela “Cegueira Branca”, é a mulher de um médico, porque preocupou-se primeiro com quem ama e depois consigo. A verdade é que todo aquele, que não vê aquilo que está ao seu redor, ou que diz respeito ao próximo e que só vê o que lhe diz respeito é cego.

#musica

Primeiro quero deixar claro que existem músicas, compositores, músicos e produtos comerciais. E desses últimos claros não vou nem citar. Nada contra música que é feita por aparelhos eletrônicos e que o cantor não sabe nem o que é um Si Bemol. Mas sinceramente, não curto.

Como a primeira dica, não podia deixar de falar da minha paixão: música clássica. Eu sei que não é aquilo que você coloca no som do carro pra ouvir, (eu sei bem que você gosta de um tchê,tchê) mas como eu já disse, tudo vai do momento, e quando quero inspiração para escrever, entender algum tema, eu escuto Mahler, um grande regente e compositor austríaco. Regida por Dudamel, um maestro venezuelano que formou sua orquestra com crianças carentes.

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